Precisamos falar sobre termoformagem

Termoformagem é o processo de aquecimento de uma placa termoplástica plana, com o objetivo de que ela amoleça sobre o molde e, depois de resfriada, assuma o seu formato. Essa é a resposta padrão. Mas a termoformagem pode ser muito mais do que isso, como mostra a nossa experiência aqui na Gatron.

Recorremos a essa tecnologia desde o início dos anos 1990, quando produzíamos interiores de ônibus para a Marcopolo. De lá para cá, sem falsa modéstia, nos tornamos experts no assunto. Tanto é assim que não só projetamos e construímos várias das nossas treze máquinas, como desenvolvemos peças complexas, de grande porte e rápida implementação.

Por exemplo, produzimos capôs de alguns modelos de tratores da Massey Ferguson termoformando placas de ABS. O interessante dessa aplicação, originalmente projetada em aço, é que conseguimos desenvolver peças plásticas resistentes ao calor e à vibração provenientes do motor. Sem contar o investimento inicial bem menor do que o necessário para produzir em aço.

Também conseguimos reduzir os custos com a termoformagem de componentes – para-choques, tetos e peças frontais, entre outros – de pulverizadores da Jacto.

Mais recentemente tiramos do papel uma solução bem interessante desenvolvida pela Port Roll, empresa de Guarulhos (SP) especializada em embalagens reutilizáveis para produtos apresentados em bobinas ou rolos.

Com espessuras de até 14 mm, o que é incomum em se tratando de termoformagem, fabricamos peças que, depois de acopladas a barretes de metal, podem transportar bobinas de até 1.000 mm de diâmetro. Além de recicláveis, os componentes que produzimos para a Port Roll destacam-se pela elevada resistência mecânica, característica fundamental para o transporte rodoviário.


Custo-benefício

Então, quando o cliente nos procura para falar sobre termoformagem, unimos toda essa experiência técnica e capacidade de projetar internamente as peças à versatilidade do nosso parque fabril.

Nossas linhas são de diversos tamanhos, sendo que a maior possibilita a produção de termoformados com mais de dois metros de largura – ideais para tetos de colheitadeiras, por exemplo. Resultado: a variedade de opções é traduzida em melhora da relação custo-benefício.

Ideal para baixa e média tiragens, a termoformagem ainda tem muito espaço para crescer no Brasil, sobretudo na nacionalização de peças consumidas pela agroindústria e geração de energia eólica. Com um detalhe: o investimento em ferramental é muito inferior ao necessário em processos como injeção ou SMC.

Agora que já falamos sobre termoformagem, que tal falarmos sobre o seu próximo projeto? 😉